Campanha eleitoral 2020 será polarizada entre duas forças novamente em Patos
Por Vicente Conserva - 40 Graus Sábado, 15 de Agosto de 2020
Vira e mexe aparecem os idealistas e sonhadores imaginando uma campanha com mais forças políticas fazendo parte da polarização eleitoral na cidade de Patos. No entanto, passam as campanhas e a cidade segue com a tendência de reunir apenas dois protagonistas tendo o restante dos postulantes a uma vaga a cadeira do Palácio Clóvis Sátyro sendo apenas meros coadjuvantes ou nem isso.
A campanha de 2020, embora seja bem diferente por conta da pandemia, e por não reunir as duas mais tradicionais forças (grupos de Dinaldo e Nabor) medindo força em um cabo de guerra que já dura mais de 20 anos, tende a mais uma vez ser totalmente polarizada entre dois grupos.
O que mudará será quem serão essas forças. De um lado, embora não tenha anunciado ainda seu candidato, o Republicanos deve de novo ser uma das forças mesmo que Nabor decida não sair candidato.
Do outro, não tendo mais aquela expressividade devido aos fatos recentes, o grupo de Dinaldo não será mais uma força, pois o pai morreu e o filho está afastado de tudo e sem força para prosseguir.
Eis que surge devido a desistência daquele que poderia ser a segunda força (Érico Djan), espaço para uma novidade: a extrema direita, os soldados de Bolsonaro capitaneados pelo ex-juiz Ramonilson Alves como a outra força que irá ser o contrapeso do pleito.
Os demais que até agora se lançaram como pré-candidatos serão apenas o apenas e alguns até correm para conseguir uma vaga de vice.
O único que tem alguma chance de conseguir essa vaga é o pré-candidato Umberto Joubert que poderá ser vice de Ramonilson.
Os demais, Lenildo Morais, Lucinha Peixoto, Edjane Araújo, Jacob Souto e Heber Tiburtino têm três opções: lutam para vaga de vice de algum candidato, desistem de suas pré-candidaturas ou serão apenas mais alguns que se lançaram ao pleito sem chances alguma de lograrem êxito.
A grande dúvida desse pleito para potencializarmos o tamanho de cada força passa apenas por uma decisão: Nabor é candidato ou não?
Sendo ele o candidato do Republicanos a coisa muda de figura e diversos apoios podem surgir. Caso não seja, mesmo polarizada, a campanha pende para um lado.