Lideranças do campo progressista traçam planos para combater ‘gabinete do ódio’ ligados a partidos extremistas em Patos
Por Redação 40 Graus com Patosonline Terça-Feira, 23 de Junho de 2020
Lideranças políticas de três legendas de esquerda, Partido dos Trabalhadores (PT), Unidade Popular (UP) e Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), estiveram reunidas de forma remota na noite desta segunda-feira, dia 22, para avaliar o cenário nacional e local da política mediante os desafios das eleições de 2020.
Segundo avaliação do bloco, uma das principais preocupações do momento, sobretudo para lideranças do campo progressista, é a representação do chamado “Gabinete do Ódio” na cidade de Patos que vem atuando no terrorismo digital como forma de avançar no seu campo de ideias com partidos da extrema direita.
Os extremistas tem usado ferramentas digitais para propagação da discórdia na cidade, bem como plantado a ideia que o salvador da pátria está às portas para tirar a cidade do caos.
É consenso entre os líderes que a política desastrosa do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido), que tem levado o Brasil ao caos social, retirado direitos trabalhistas, atacado as leis ambientais, articulado com setores fascistas golpe de estado e de ataque a democracia, além da condução trágica do país no cenário de pandemia, vem sendo defendida por aliados seus na cidade.
“Queremos somar com quem tem projeto para a cidade. A nossa divisão só interessa para a oligarquia local e para o setor da extrema direita que surgiu na tentativa de enganar a sociedade nas eleições”, relatou Lenildo Morais, pré-candidato pelo PT a prefeito de Patos.
Emanuel Escarião, presidente da UP em Patos, tem avaliado como positivo cada encontro, seja presencial ou mesmo de forma remota diante da pandemia, porém, falta uma posição mais firme por parte do campo político da esquerda para apresentar a sociedade.
Escarião reafirmou que a UP terá candidatos para vereadores e que que quer fortalecer o campo progressista e da esquerda. Janderson Figueiredo, representando o PSOL, tem o mesmo entendimento e quer a formação de uma frente com os partidos do campo da esquerda.