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Polícia Civil investiga assassinato no bairro dos Estados em Patos; suspeito é detido, mas é liberado por falta de provas

Por Redação 40 Graus com Patos Verdade   Quinta-Feira, 24 de Maio de 2018

A Polícia Civil abriu investigação para apurar a morte de Everaldo Targino da Silva, 43 anos, assassinado na noite da última terça-feira no interior da sua residência na Rua Projetada, Bairro dos Estados, em Patos. O crime ocorreu por volta das 22h30, quando Everaldo foi alvejado por três disparos de pistola, momento em que se encontrava na área de sua casa descansando numa rede.

De acordo com testemunhas, o assassino parou a moto, adentrou e efetuou os tiros. A esposa de Everaldo estava em casa, porém, relatou que só ouviu os tiros, pois estava em outro cômodo. Everaldo foi atingido por três disparos no tórax, costas e braço.

Segundo o delegado seccional da Polícia Civil, George Wellington, o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Entorpecentes, sob a responsabilidade do delegado Diego Beltrão.

A Polícia Civil chegou a deter um suspeito, mas devido a falta de provas, acabou o liberando. “Vamos buscar novos elementos para incriminar ou não o suspeito. Seguimos com as investigações ouvindo várias pessoas que possam nos ajudar na elucidação deste caso”, disse o delegado.

Conforme George Wellington, o delegado tomou o depoimento de algumas pessoas vizinhas e familiares da vítima, que foi morta a tiros quando estava deitada em uma rede no alpendre da própria residência. “A esposa da vítima que estava no interior da casa disse que não conseguiu visualizar quem era o executor que após os disparos teria saído em disparada em uma moto, provavelmente como garupa. Então, o delegado Diego Beltrão ouviu outras pessoas, e por informes revelados pela polícia militar, chegou-se ao nome de um suspeito que mora perto da casa da vítima, que foi detido, e após ser ouvido foi liberado por falta de provas para a caracterização da autoria do crime”, contou George.

A Polícia Civil informou que Everaldo Targino Alves emprestava dinheiro a juros e tinha duas rixas com pessoas que se relacionavam com ele, e que estão sendo investigadas. O inquérito policial tem prazo de 30 dias para ser finalizado.

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