Manifestantes fazem atos públicos contra Bolsonaro em 22 estados brasileiros
Por G1 Sábado, 24 de Julho de 2021
Manifestantes foram às ruas neste sábado (24) para protestos contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e em defesa da vacinação contra a Covid-19. Desta vez, há protestos confirmados em 22 estados, incluindo 18 capitais. Segundo a organização, mais de 400 cidades brasileiras registraram atos públicos.
Os estados em que foram realizadas manifestações: AL, BA, CE, ES, GO, MA, MG, MT, MS, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RS, RR, SC, SP e TO.
Entre as cidades, houve protesto nas seguintes capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Belém, Curitiba, Palmas, Teresina, Goiânia, Florianópolis, Campo Grande, São Luís, João Pessoa, Boa Vista, Maceió e Porto Velho.
Esta é a quinta vez no ano em que há um dia de protestos pelo país contra o governo Bolsonaro. As demais foram em janeiro, maio, junho e início de julho, sendo que, em janeiro, foi realizada uma carreata.
Assim como as manifestações anteriores, os protestos deste sábado ocorreram de forma pacífica. A maioria dos manifestantes usavam máscara como medida de proteção contra o coronavírus. Em alguns momentos, porém, houve aglomeração, apesar dos alertas sobre distanciamento social.
Além do “Fora, Bolsonaro”, os manifestantes carregam as palavras de ordem “Vacina no braço” e “Comida no prato”. As reivindicações são a ampliação da imunização contra a covid-19 e o auxílio emergencial de pelo menos R$ 600.
A pauta dos protestos também incluiu pedido de aumento do valor do auxílio emergencial pago durante a pandemia e mais recursos para educação. Houve manifestações contra a privatização da Eletrobras e dos Correios.
O ato também expressa a indignação com denúncias de corrupção na compra de imunizantes e o luto com as quase 550 mil mortes por coronavírus.
Mesmo em meio à emergência sanitária, os protestos têm contado com grande adesão da população.
Além das frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, os atos contam com a participação e apoio de classes de trabalhadores, entidades religiosas, partidos políticos de esquerda e também por torcidas organizadas.
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