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Pais ficam chocados após filho nascer com mais de 7kg no Canadá

Por Crescer   Domingo, 21 de Dezembro de 2025

À medida que se aproximava o dia previsto para o parto, Paul e Stacie Golebiowski, do Canadá, já sabiam que o filho seria um bebê grande. Segundo o pai, os exames de ultrassom — que estimavam o peso do menino entre 5,9 kg e 7,7 kg — já davam pistas de que o bebê poderia ser “um pouco maior do que a média”. Stacie já imaginava que o bebê teria um tamanho acima do normal por causa do desconforto que sentiu durante a gravidez. Ainda assim, nada os preparou para o momento em que viram, de fato, o pequeno nos braços.

 

Grayson recém-nascido — Foto: Reprodução/People
Grayson recém-nascido — Foto: Reprodução/People

 

Nascido em 4 de julho de 2024, o bebê Grayson veio ao mundo no Orillia Soldiers’ Memorial Hospital, em Ontário, pesando 7,08 kg e medindo 62,2 cm. Stacie contou à revista americana People que, ao ver seu filho pela primeira vez, o amor foi imediato. "Sem saber como seria um bebê de 7 kg, eu estava nervosa. Mas quando vi nosso lindo bebê fofinho, foi amor à primeira vista", disse. Já para Paul, ver o filho pela primeira vez foi uma mistura de “alegria pura com um pouco de choque e espanto”.

Por causa do tamanho, Grayson precisou permanecer na UTI neonatal, já que teve dificuldade para respirar sozinho. Paul e Stacie explicaram que o filho precisou de suporte respiratório por uma semana, até se estabilizar. Ele também precisou usar uma sonda nasogástrica, um cateter inserido pelo nariz até o estômago para administrar alimentos e medicamentos. Durante os 27 dias de internação, os pais relatam que o bebê também desenvolveu um quadro “bem severo” de candidíase oral, uma infecção fúngica na boca.

 

 

Grayson ficou internado no hospital — Foto: Reprodução/People
Grayson ficou internado no hospital — Foto: Reprodução/People

Quando finalmente puderam levar o recém-nascido para casa, o menino já usava roupas de seis meses e fraldas tamanho 3. A sonda de alimentação precisou ser usada por mais dois meses, até que a candidíase fosse totalmente tratada. Para Stacie e Paul, esse período foi “desafiador”, enquanto trabalhavam com profissionais de saúde para descobrir a melhor forma de tratar o filho. Ao relembrar esses momentos difíceis, eles ainda afirmam que tê-lo em casa foi “maravilhoso”, depois de quase um mês passado no hospital.

 

Grayson e a mãe — Foto: Reprodução/People
Grayson e a mãe — Foto: Reprodução/People

 

'Ele é um bebê paciente, engraçado e feliz'

 

Apesar do início desafiador, Grayson continuou a crescer e se desenvolver normalmente. Stacie e Paul disseram que o filho “está indo bem e atingindo todos os marcos de desenvolvimento como esperado”. "Ele é um bebê paciente, engraçado e feliz. Adora balbuciar, rir, fazer caras novas, sorrir, brincar com carrinhos, ‘fingir’ que lê e comer", disse o casal.

Agora, aos 17 meses, o filho do casal pesa 10,9 kg e mede 83,8 cm. Os pais contaram que a coisa de que mais gostam desde a chegada do menino é ver o amor e a amizade entre ele e a irmã, Chloe, de 3 anos. “O amor e a amizade que Grayson e a irmã compartilham são adoráveis e derretem nossos corações”, disse o casal. “Ter um menino e uma menina é incrível, e somos imensamente gratos por ter o melhor dos dois mundos.”

 

 

Paul e Stacie com os filhos atualmente — Foto: Reprodução/People
Paul e Stacie com os filhos atualmente — Foto: Reprodução/People

 

Por que algumas crianças crescem mais?

 

Embora exista um padrão internacional da OMS, o pediatra Hamilton Robledo, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, afirma que cada criança é única e é possível que algumas cresçam além dos parâmetros observados na grande maioria. Apenas um médico será capaz de avaliar se algo está interferindo no desenvolvimento da criança.

"O crescimento é um processo biológico, dinâmico, contínuo que ocorre desde a concepção. Toda criança nasce com um potencial genético de crescimento, poucas funções biológicas dependem tanto do potencial genético quanto o crescimento", explicou o pediatra. Robledo afirmou que o crescimento também está relacionado ao sistema neuroendócrino, uma glândula que produz o hormônio do crescimento. Mas existem outros fatores que influenciam na altura da criança. "São aqueles relacionados ao ambiente, como alimentação, sono, exercícios, condições socioeconômicas e relação mãe-filho", disse.

Ainda de acordo com o pediatra, em média, o comprimento aumenta cerca de 30% até 5 meses, e em mais de 50% até os 12 meses. "Em geral, os bebês crescem 24 ou 25 cm durante o primeiro ano de vida e os picos de crescimento ocorrem entre as 2 ou 3 semanas de vida, aos 3 meses, aos 6 meses e aos 9 meses", afirmou.

Mas, então, por que alguns bebês, como Grayson, crescem mais do que a grande maioria? "Isso é resultado de seu potencial genético, ou seja, por ser filho de pais grandes, e este quadro é chamado de Alta Estatura Constitucional ou Familiar. Praticamente corresponde à fase 1 do crescimento rápido, que, em média, dura até os 3 anos", esclareceu. "Isto significa que os bebês estão em constante estágio de crescimento, que tende a diminuir um pouco no restante da infância", finalizou.

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