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Dinaldo Filho pode renunciar ao cargo de prefeito e apoiar Edjane Araújo duas vezes; entenda

Por Vicente Conserva - 40 Graus   Domingo, 30 de Agosto de 2020

Já corre nos bastidores aquela que seria a mais perfeita história de conspiração na política local de Patos. O prefeito afastado Dinaldo Filho estaria mesmo disposto a renunciar seu cargo antes mesmo das eleições no intuito de mexer completamente no tabuleiro político das eleições de novembro. E não seria qualquer mexida. Seria uma verdadeira jogada de mestre no tabuleiro de xadrez.

A informação que partiu de membros do MDB, seu partido, e do PDT, hoje representado pela vereadora Edjane Araújo, é que Dinaldo deve anunciar renúncia nos próximos dias e apoia-la duas vezes. Sim, duas vezes.

O primeiro apoio viria quando da renúncia houvesse a obrigação de novas eleições indiretas em Patos, quando os vereadores decidirão novamente, agora para um mandato tampão até dezembro, o próximo prefeito de Patos.

Edjane então receberia o apoio de Dinaldo para se tornar prefeita, passando claro, pelo jogo político de um arco de alianças dentro da própria Casa Juvenal Lúcio de Sousa.

Além disso, já estaria bastante alinhavado o apoio do PSL que hoje conta com a presença de 8 vereadores, entre eles, aliados de primeira hora de Dinaldo. Com seu voto e ainda mais o do vereador correligionário Diogo Medeiros, Edjane conseguiria votos suficientes para se tornar prefeita e depois partir para reeleição.

Aliada a isso, Dinaldo a apoiaria novamente dentro de um circo de alianças de vários partidos onde o prefeito afastado indicaria o vice na chapa que seria Mirna Nóia (PROS).

Dinaldo-e-Edjane

Um membro do PDT confirmou que existem conversações avançadas para que o MDB apoie a candidatura de Edjane Araújo (PDT), indicando o vice na chapa, embora Mirna seja de outro partido assim como ocorreu na chapa de Érico Djan.

O acordo estaria bem próximo de ser selado, segundo interlocutores e teria o aval do deputado Damião Feliciano (PDT) e do senador José Maranhão (MDB).

Caso a jogada política se concretize, por tabela, tiraria do Republicanos o poder e enfraqueceria ainda mais a tão convalescente chapa azul.

O próprio Dinaldo chegou a admitir na última semana que poderá renunciar ao cargo. Esta foi a primeira vez que ele admitiu tal possibilidade apesar de rumores terem sido anunciados anteriormente diversas vezes.

“Não renunciei porque acho que a cidade entraria em parafuso. Muito temeroso neste momento uma renúncia. Mas se não tratarem bem a cidade ou usarem politicamente o cargo, posso rever meu pensamento, porque estariam machucando a nossa cidade. Meus problemas pessoais ou meus pensamentos políticos não podem prejudicar a Cidade de Patos”, argumentou Dinaldinho.

Dinaldo Wanderley, pela primeira vez, disse que se o gestor ou o grupo dos Motta não tratarem bem a cidade ou a usarem para fins politiqueiros poderá rever seus conceitos e renunciar ao cargo.

Perguntado sobre o assunto, o prefeito interino de Patos, Ivanes Lacerda, disse não acreditar na renúncia do prefeito afastado de Patos Dinaldo Filho.

Ivanes disse acreditar na responsabilidade do prefeito afastado, considerando que o momento político não é propício para uma nova mudança de gestão.

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