Dr. Ivanes diz que ‘serão necessários remédios amargos’
Por Yves Feitosa Segunda-Feira, 26 de Agosto de 2019
Dr. Ivanes (MDB) foi eleito novo presidente da Câmara de Vereadores e, consequentemente, prefeito de Patos, no Sertão paraibano. O emedebista foi escolhido antes pela opinião popular devido ao estilo mais duro, austero, esperando os patoenses ações mais duras para consertar a cidade.
Em seu discurso de posse, Ivanes, que aniversaria no mesmo dia em que foi eleito, exaltou o fato de contar com os votos de quase todos os seus colegas de Casa.
“Uma disputa nessa casa deixaria cicatrizes e ressentimentos e o que eu preciso agora é de ajuda, sozinho eu não posso resolver nada. O prefeito só pode praticar ações que sejam permitidas por essa Casa. O prefeito precisa do vereador porque ele não consegue administrar sem a maioria. Aqui estamos irmanados”, afirmou.
“Sempre sonhei: quando for prefeito, o vereador não precisa pedir licença para entrar no gabinete do prefeito porque ali não é conversado nada que ele não possa saber”, declarou.
Para o médico, é importante que, após a eleição, haja uma concentração de esforços, uma vez que todos juntos terão que contribuir para que haja essas condições favoráveis.
“Cada um vai pagar um preço dessa conta. As pessoas mais simples terão que pagar também. O prefeito precisa tomar medidas administrativas severas que vai desagradar, como rever contratos prejudiciais para a administração”, arrematou.
“sempre sonhei: quando for prefeito, o vereador não precisa pedir licença para entrar no gabinete do prefeito porque ali não é conversado nada que ele não possa saber”, declarou.
Em entrevista recente concedida ao portal Paraiba.com.br, o médico, que está no seu quinto mandato seguido, afirmou que harmonia entre o poder Legislativo e Executivo nas gestões anteriores.
“Existem muitas dificuldades que vêm se arrastando desde que o titular assumiu e não foram muito amistosas, fica um botando a culpa no outro. É como uma relação entre marido e mulher, agora não adianta ver quem errou mais ou quem errou primeiro, o mais é difícil é reavaliar, reorganizar e rearmonizar, realizando uma parceria com ética e transparência”, declarou.
Para o médico, é importante que, após a eleição, haja uma concentração de esforços, uma vez que todos juntos terão que contribuir para que haja essas condições favoráveis.
“Cada um vai pagar um preço dessa conta. As pessoas mais simples terão que pagar também. O prefeito precisa tomar medidas administrativas severas que vai desagradar, como rever contratos prejudiciais para a administração”, arrematou.