Tática da oposição de Patos de lançar nomes de prováveis candidatos não empolga eleitor
Por Vicente Conserva - 40 Graus Segunda-Feira, 15 de Janeiro de 2024
Sem articulação capaz de fortalecer uma provável pré-candidatura a prefeito de Patos, a oposição vai vagando pelo tempo e mostrando poucas opções e nenhum projeto ideológico para cidade. Com figuras sem expressividade alguma ou que fracassaram em eleições passadas, esta semana começa com especulações que pouco empolgaram o eleitor.
Até o momento, apenas o nome de Edileudo Lucena (PT), que faz parte do bloco de esquerda, foi lançado como provável postulante contra uma candidatura à reeleição do prefeito Nabor Wanderley (Republicanos).
Na outra trincheira política, a direita juntamente com a extrema direita, nem se entende nem tampouco tem nomes para lançar, até porque, nenhum deles deu declarações de que serão postulantes.
Enquanto isso, o desespero bate à porta de alguns parlamentares, como o vereador Jamerson Ferreira, que tenta a todo custo encontrar um nome, ou emplacar alguém que tope enfrentar o forte bloco da situação.
Para isso, mais uma vez, o nome do ex-juiz Ramonilson Alves surge como opção embora não se veja empolgação da sua parte. Além dele, por falta de nomes, já que outros já migraram para a situação e abandonaram o barco, como o suplente de deputado estadual Cicinho Lima, tenta-se emplacar figuras como o da Baronesa Priscilla Lima, como vice-prefeita, ou vice-versa.
No entanto, como Ramonilson não se pronuncia nem mostra empolgação com a ideia, fala-se até em colocar a candidatura de Priscilla Lima, filha do saudoso Pinto do Acordeon, como cabeça de chapa e Ramonilson como vice, algo bastante impensado para qualquer analista político mais atento aos movimentos da política na Capital do Sertão.
Jamerson Ferreira ressaltou que as negociações estão em andamento, mas diante da dificuldade, não crava nenhum nome.
Procurado, Ramonilson não negou a especulação, mas destacou apenas que os opositores ao prefeito estão em diálogo, buscando consolidar um projeto para as eleições municipais em Patos no final deste ano.
“Há diálogos com todos que desejam uma política cristã em Patos, pautada em servir aos superiores interesses coletivos e não em se servir dos recursos e do povo da cidade capital do sertão”, afirmou Ramonilson.
Apesar de ter tido o nome citado, não houve também pronunciamento da
Baronesa de que toparia entrar na política, mesmo sem experiência alguma.
O certo é que a oposição deixa mais uma vez transparecer que planta nomes para obter respostas do eleitorado que continua sem empolgação como os nomes ventilados.