Quem o Brasil vai enfrentar na segunda fase? Veja os cenários
Por Globo Esporte Quinta-Feira, 25 de Junho de 2026
Quem será o adversário do Brasil na segunda fase da Copa do Mundo? Com a vitória desta quarta-feira sobre a Escócia, a seleção brasileira ficou com a primeira colocação do Grupo C. O próximo oponente será definido nesta quinta-feira, às 20h (de Brasília).
Ele voltou!
Três seleções estão no caminho do Brasil, todas elas do Grupo F. Japão x Suécia e Tunísia x Holanda jogam às 20h desta quinta-feira. Se nenhuma posição mudar, o adversário da Seleção será o Japão, que está na segunda colocação.
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Time posado da Seleção para Brasil x Escócia — Foto: Amanda Perobelli/Reuters
Antes da disputa da terceira rodada, quem lidera o Grupo F é a Holanda, com quatro pontos. O Japão tem a mesma pontuação, mas está atrás pelo número de gols marcados pelos holandeses (sete contra seis dos japoneses). A Suécia está na terceira colocação, com três pontos. A Tunísia, já eliminada, é lanterna.
O Brasil, classificado em 1º, enfrenta o segundo colocado do Grupo F. Veja cenários que definem o adversário da Seleção:
- Se a Holanda vencer a Tunísia: fica com a liderança se o Japão não vencer ou conseguir uma vitória com saldo e/ou gols feitos inferiores aos holandeses;
- Se a Holanda empatar ou perder para a Tunísia: liderança depende do resultado de Japão x Suécia;
- Se o Japão vencer a Suécia: fica com a liderança se a Holanda não vencer ou conseguir uma vitória com saldo e/ou gols feitos inferiores aos japoneses;
- Se houver um empate entre Japão e Suécia: Japão fica com a liderança somente em caso de derrota da Holanda, e a segunda colocação seria de uma das duas seleções; Suécia ficaria em terceiro;
- Se a Suécia vencer o Japão: fica com a liderança em caso de empate ou derrota da Holanda; a segunda colocação seria de Holanda ou Japão.
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Como está a Holanda
Treinada por Ronald Koeman, a Holanda marcou sete gols em duas partidas e sofreu três gols. É uma seleção que se destaca pela velocidade do ataque formado por Gakpo, do Liverpool, Malen, da Roma, e Brobbey, centroavante do Sunderland que marcou duas vezes contra a Suécia.
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Elenco da Holanda celebra vitória de goleada sobre a Suécia na Copa — Foto: Hugo Rivera/Jam Media/Getty Images
Memphis, do Corinthians, é uma opção no banco de reservas. O atacante não chegou 100% na Copa do Mundo e não começou nenhum jogo como titular. Summerville, ponta do West Ham, ganhou espaço e foi bem nos dois jogos
Não é apenas o ataque holandês que se destaca. A Laranja tem jogadores de destaque no meio campo e na defesa, mas apresentou falhas nas bolas paradas contra o Japão.
Como está o Japão
Os japoneses venceram o Brasil no ciclo para a Copa do Mundo. Em outubro, o Japão virou diante da Seleção e ganhou por 3 a 2.
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Kamada em Tunísia x Japão — Foto: REUTERS/Eloisa Sanchez
Na Copa, surpreenderam a Holanda na estreia e buscaram um empate em 2 a 2. O Japão se destaca por ser um time que mira o ataque durante toda a partida e não ter medo de se expor. As jogadas são focadas pelos lados. O técnico Hajime Moriyasu usa pontas (Maeda e Kubo/Ito) e alas ofensivos (Nakamura e Doan). Essa estratégia é combinada com um ataque forte e goleador focado no centroavante Ueda.
A atuação contra a Tunísia foi dominante, mas a defesa apresentou problemas diante da Holanda. Por focar o jogo nas pontas e ter basicamente quatro jogadores de atacar pelos lados, deixa espaço para contra-ataques. É uma oportunidade para pontas como Vini Jr, Luiz Henrique e Rayan.
Como está a Suécia
A campanha da Suécia na Copa mostra a instabilidade da seleção escandinava. Na estreia, venceu a Tunísia por 5 a 1, mas na rodada seguinte perdeu pelo mesmo placar para a Holanda.
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Jogadores da Suécia comemoram um dos gols na partida contra a Tunísia — Foto: REUTERS/Daniel Becerril
O ataque é o destaque com Gyokeres e Isak, atacantes de Arsenal e Liverpool, respectivamente. A dupla foi bem na Copa com gols e assistências. Ayari, meia, se destacou na estreia e foi pouco acionado no jogo seguinte.
Enquanto o ataque brilha, a defesa mostra diversos problemas. É uma seleção que deixa espaços para os adversários e falha tecnicamente. A Holanda brincou na goleada por 5 a 1 e explorou o uso do pivô com o centroavante Brobbey.