Prass, Jailson ou Weverton: prós e contras na disputa no Palmeiras
Por Globo.com Sábado, 16 de Dezembro de 2017
Com o anúncio da contratação de Weverton, ex-Atlético-PR, o elenco do Palmeiras passa a ter um novo concorrente para Fernando Prass e Jailson a partir de janeiro. Quem será o goleiro titular?
A decisão de pagar R$ 2 milhões para ter o reforço já na pré-temporada – e não depois de maio, quando terminaria seu contrato – se deve à precaução da diretoria quanto à condição dos dois primeiros nomes da posição, mas a escolha da escalação caberá à comissão técnica.
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Quem deve ser o goleiro titular do Palmeiras?
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Como o treinador será outro a partir de 2018, os três goleiros, que terão a companhia diária do prata da casa Daniel Fuzato, serão avaliados por Roger Machado até a estreia no Campeonato Paulista (em 17 ou 18 de janeiro, contra o Santo André, como mandante).
Abaixo, os prós e contras de cada um na disputa:
Fernando Prass
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Camisa 1 é pegador de pênaltis: são 12 em cinco anos de clube (Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
Vantagem
É quem tem mais tempo de casa. Está no clube desde 2013, ganhou dois títulos (Copa do Brasil de 2015 e Campeonato Brasileiro de 2016), sem contar a Série B, e é ídolo da torcida. Em cinco anos, destacou-se também como pegador de pênaltis: foram 12 cobranças defendidas.
Desvantagem
Aos 39 anos, passou por duas cirurgias no cotovelo direito – uma delas o fez perder justamente para Weverton a chance de ser o goleiro do título olímpico pela seleção brasileira – e teve uma temporada de altos e baixos em 2017.
Jailson
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Jailson tem 36 anos e jamais saiu derrotado de campo no Brasileiro (Foto: Cesar Grecco/Ag Palmeiras)
Vantagem
É três anos mais novo do que Prass e chegou a se tornar titular neste ano depois de algumas falhas em sequência do camisa 1. Desde 2016, quando teve a oportunidade de jogar em função da segunda lesão de Prass no cotovelo, jamais perdeu pelo Brasileiro: são 23 jogos de invencibilidade.
Desvantagem
A oportunidade neste ano não durou muito tempo. Em agosto, Jailson sofreu uma rara lesão no quadril. Tão rara que o departamento médico chegou a consultar especialistas nos Estados Unidos. Até hoje, há receio quanto a isso.
Weverton
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Reforço é o mais jovem do trio e foi titular no ouro olímpico de 2016 (Foto: Lucas Figueiredo/MoWA Press)