[VÍDEO] Parede de construção cai no Centro de Patos e soterra dois pedreiros que ficam gravemente feridos
Por Vicente Conserva - 40 Graus Quarta-Feira, 15 de Maio de 2024
Dois trabalhadores ficaram soterrados, na tarde desta quarta-feira (15), após uma parece de uma antiga casa cair sobre eles na Praça Edivaldo Motta no Centro histórico de Patos, bem ao lado da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Era por volta das 14h15 quando dois pedreiros que mexiam numa das paredes de uma antiga clínica odontológica que está em reforma caiu sobre eles deixando-os soterrados.
Um terceiro trabalhador, que escapou por pouco, correu e chamou por ajuda de funcionários de estabelecimentos vizinhos que rapidamente foram ajudar a retirar os dois dos escombros.
Tanto o Corpo de Bombeiros como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foram acionados.
Quando equipes dos bombeiros chegaram ao local, os dois já haviam sido retirados dos escombros e estavam recebendo os primeiros socorros.
Eles foram levados pelo Samu para o Complexo Hospitalar Regional de Patos apresentando ferimentos. Um deles com corte da cabeça e o outro com ferimentos pelo corpo.
A cena encontrada foi como a de um míssil de guerra quando atinge uma construção. Os dois ficaram debaixo de uma montanha de tijolos e pedaços de madeira.


Não foi possível ainda identificar os dois pedreiros que não usavam EPI’s (Equipamento de Proteção Individual) no momento do acidente de trabalho.
A obra tem inspeção do CREA-PB e é assinada por uma empresa de Engenharia que não foram localizados para prestarem esclarecimentos.

A casa em reforma, é uma das mais antigas da localidade estando numa área de construções históricas ainda do tempo do surgimento de Patos.
A parede que caiu foi a lateral vizinho a uma residência, que por milagre, não foi atingida, no entanto, o ar-condicionado foi danificado. Segundo o trabalhador era esta parede que dava sustentação ao telhado que havia sido retirado dias atrás.

O trabalhador que escapou contou a nossa reportagem que foi um milagre não ser atingido, pois um de seus colegas pediu que ele deixasse na parte de fora do prédio um material. “Só deu tempo eu chegar no portão de entrada, a parede que estava solta veio abaixo”, contou ele emocionado.
A todo momento ele perguntava se alguém tinha notícia do estado de saúde de seus colegas.
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