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Resultados de exames que atestarão Fungo Negro em paciente de Areia de Baraúnas devem sair em 1 semana

Por Redação 40 Graus com Click PB   Sexta-Feira, 11 de Junho de 2021

Os resultados dos exames que atestarão se a paciente paraibana que morreu no Hospital Universitário (HU) de João Pessoa no mês passado foi vítima de mucormicose devem sair em uma semana, de acordo com o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros. 

A paciente, que tinha 35 anos e era do município de Areia de Baraúnas, morreu no HU no dia 13 de maio, após ter covid-19 e mucormicose, doença também conhecida como fungo preto ou fungo negro. 

Apesar dos médicos do HU terem diagnosticado a mucormicose, o secretário explicou que aguarda os resultados de uma cultura de fungos e de um exame histopatológico para ter mais certeza e detalhes sobre o que a paciente teve.

O médico infectologista do HU, Francisco Bernardino, havia explicado que a mucormicose afeta pessoas com o sistema imunológico comprometido e contou que a paciente tinha diabetes. De acordo com o médico, agora resta investigar a possível relação entre a mucormicose e a covid-19, já que o fungo tem sido registrado em alguns pacientes infectados pelo novo coronavírus.

''Qualquer doença que fragiliza a imunidade abre uma porta para infecções oportunistas. Pessoas com longo tempo de internação, de intubação, de tratamento com corticóides, têm chance de contrair o fungo, e com a covid-19 isso também pode acontecer'', avaliou Geraldo Medeiros.
Ele afirmou ainda que, além desse caso, uma suspeita de mucormicose em um paciente de João Pessoa também está sendo investigada.

O caso

Ladrierna Elídio de Andrade Silva, de 35 anos, residente no Distrito de Bananeiras, em Areia de Baraúnas, morreu no dia 13 de maio deste ano, em João Pessoa, no Hospital Universitário (HU) onde se tratava de uma bactéria alojada que acabou levando a morte.

Segundo a família, o quadro clínico dela se agravou em poucos dias, chagando a causar infecção no cérebro após necrosar parte do rosto.

Assim como casos relatos na Índia, Ladrierna testou positivo para Covid-19, ficou bastante debilitada e chegou a ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Ladrierna-Elidio-de-Andrade-Silva

Após isso, ela começou a sentir dores no rosto que levaram os familiares a crer que se tratava de um problema dentário, mas logo surgiu o inchaço no olho e pouco tempo depois se agravou com vermelhidão e paralisia facial do lado afetado.

O problema paralisou parte do rosto e até atingindo o cérebro. A face ficou completamente desfigurada e a necrose escura.

19 dias depois, Ladrierna estava sem vida numa evolução extremamente rápida da doença. Médicos acreditam que a baixa imunidade após Covid-19 e outros fatores podem ocasionar a doença.

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