MDB de Patos perde mais uma candidata a vereadora e sofre abalo que pode comprometer a chapa
Por Vicente Conserva 40 graus Sábado, 14 de Setembro de 2024
Eliane Maria Pereira Leite, candidata que havia substituído Prof. Tia Patrícia na chapa proporcional do Partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB), de Patos, também desistiu da postulação em pedido apresentado nesta sexta-feira (13), junto à Justiça Eleitoral no Cartório da 28ª Zona Eleitoral.
Com isso, a chapa que já vinha se definhando, sofreu mais um abalo que pode comprometer todo o resto.

E pior, o prazo para substituição acaba neste domingo, dia 16. A legenda agora corre contra o tempo para encontrar mulheres que queiram postular uma vaga na Cãmara Municipal, senão, vai comprometer toda a chapa.
Ocorre que o partido já tinha outros problemas de saída de mulheres da chapa para resolver, já que um dia antes, na quinta-feira (12), duas outras candidatas da legenda, Silene de Goia e Ionara Protetora Animal, desistiram de suas postulações.


Com mais essa saída do páreo, já são 5 o número de desistências só de mulheres, o que agrava a situação do partido que inicialmente tinha formulado o pedido de registro de 17 candidaturas.
Das seis candidaturas de mulheres registradas inicialmente, Dúnia Lima, Fabíola Farias, Kirla Excursão, Prof. Tia Patrícia, Sileni de Goia e Yonara Protetora Animal, as últimas quatro apresentaram desistência primeiro, e a quinta nesta sexta-feira.
A primeira desistência foi da professora Maria Patricia Gonçalves de Sousa Santos, Tia Patrícia, que saiu do páreo para ser vice-prefeita na chapa de Ramonilson Alves. Ela foi substituída por Eliane Maria Pereira Leite que mal entrou, também já desistiu.
A segunda mulher a sair da disputa foi Kirla Excursão, tendo o partido não conseguido substituí-la.
O candidato Ubirajara Santos Braga teve sua candidatura indeferida por inelegibilidade.
Com a saída desse grupo feminino, agora o partido tem 12 postulantes e precisará substitui-las até o próximo dia 16, caso contrário, terá que tirar homens da chapa proporcional para atender o limite mínimo do número de cota de gênero (30%).
Hoje o partido conta apenas com duas mulheres na disputa, número insuficiente para quantidade de homens concorrentes (10). Caso a chapa não consiga substituir a tempo, terá que tirar pelos menos 6 homens para que a cota mínima de mulheres seja obedecida.