I Festival de Forró e Poesia da Serra do Teixeira tem programação definida
Por Assessoria Terça-Feira, 13 de Outubro de 2026
A Serra do Teixeira, na Região Metropolitana de Patos, se prepara para sediar a primeira edição do Festival de Forró e Poesia, marcado para os dias 16 e 17 de outubro de 2026.
O evento, realizado no Sítio Tauá (entre os municípios de Teixeira e Maturéia), presta uma justa homenagem ao Mestre Parafuso, um dos grandes nomes do forró pé de serra no Brasil.
Sexta-feira (16/10/2026)
09:00 – Oficinas de Poesia Popular e Xilogravura (Escola Manoel Henrique Alves)
10:00 – Roda de Conversa sobre Forró e Patrimônio Imaterial (Escola Manoel Henrique Alves)
16:00 – Abertura da Feira de Artesanato
17:00 – Cantoria de Repente: Anderson e André Silva / Ryan Costa e Genaldo Pereira
20:00 – Atrações Musicais: Trio Maurício, Os Três do Nordeste, Rony Leite e Trio Pé-de-Serra, Trio Xoteando
Sábado (17/10/2026)
09:00 – Oficinas de Poesia Popular e Xilogravura (Escola Manoel Henrique Alves)
10:00 – Roda de Conversa sobre Forró e Patrimônio Imaterial (Escola Manoel Henrique Alves)
A partir das 19:00
Baga e Trio Pé-de-Serra
Isa Sousa
Lily Sanfoneira
Jackson Monteiro
Com produção de Ari Nóbrega e equipe formada por Fernanda Santiago, Cinthya Paola e Vinícius Martins, o festival conta com a parceria do Banco do Nordeste Cultural e da Marshmello Produções, além do apoio das prefeituras de Teixeira e Maturéia. A realização é do Governo da Paraíba (Secretaria de Estado da Cultura e FIC), Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc e Ministério da Cultura.
Sobre o homenageado:
Mestre Parafuso foi um dos pioneiros na consolidação do forró pé de serra na segunda metade do século XX. Zabumbeiro, compositor e fundador de Os 3 do Nordeste, participou da formação do trio em 1969 e ajudou a levar a música nordestina dos salões e festejos populares para os grandes palcos do Brasil e do exterior.
Além de sua marcante atuação como zabumbeiro, Parafuso também deixou composições como “Eu Era Feliz”, “Meu Grande Amor” e “Eu Vou, Meu Bem”, registradas no primeiro LP do grupo, lançado em 1974.
Sua trajetória ajudou a preservar e difundir o xote, o baião, o xaxado e o arrasta-pé, tornando seu nome parte da história do forró tradicional.