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Patos e mais 89 cidades estão sob alerta hoje e tem umidade do ar abaixo de 30%

Por Mônica Melo - Click PB   Sexta-Feira, 31 de Julho de 2026

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) renovou o alerta de baixa umidade para 97 cidades do interior da Paraíba no dia de hoje (31). Ontem, havia sido divulgado um novo alerta de perigo potencial de baixa umidade em 87 cidades no estado até às 21h. Já o  aviso de hoje é válido das 10h às 21h30.

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Mais de 90 cidades da Paraíba estão sob alerta do Inmet hoje e tem umidade do ar abaixo de 30%

Nas cidades afetadas, a umidade relativa do ar estará variando entre 30% e 20%. Há baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

As instruções das autoridades é que a população das cidades sob alerta, beba bastante líquido, evite desgaste físico nas horas mais secas e evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.

 

Cidades afetadas seguindo o alerta na Paraíba

  1. Agua Branca
  2. Aguiar
  3. Amparo
  4. Aparecida
  5. Areia de Baraúnas
  6. Belém do Brejo do Cruz
  7. Bernardino Batista
  8. Boa Ventura
  9. Bom Jesus
  10. Bom Sucesso
  11. Bonito de Santa Fé
  12. Brejo do Cruz
  13. Brejo dos Santos
  14. Cachoeira dos Índios
  15. Cacimba de Areia
  16. Cacimbas
  17. Cajazeiras
  18. Cajazeirinhas
  19. Carrapateira
  20. Catingueira
  21. Catolé do Rocha
  22. Conceição
  23. Condado
  24. Coremas
  25. Curral Velho
  26. Desterro
  27. Diamante
  28. Emas
  29. Ibiara
  30. Igaracy
  31. Imaculada
  32. Itaporanga
  33. Jericó
  34. Joca Claudino
  35. Junco do Seridó
  36. Juru
  37. Lagoa
  38. Lastro
  39. Livramento
  40. Mãe d’Água
  41. Malta
  42. Manaíra
  43. Marizópolis
  44. Mato Grosso
  45. Maturéia
  46. Monte Horebe
  47. Monteiro
  48. Nazarezinho
  49. Nova Olinda
  50. Olho d’Água
  51. Ouro Velho
  52. Passagem
  53. Patos
  54. Paulista
  55. Pedra Branca
  56. Piancó
  57. Poço Dantas
  58. Poço de José de Moura
  59. Pombal
  60. Prata
  61. Princesa Isabel
  62. Quixaba
  63. Riacho dos Cavalos
  64. Salgadinho
  65. Santa Cruz
  66. Santa Helena
  67. Santa Inês
  68. Santa Luzia
  69. Santana de Mangueira
  70. Santana dos Garrotes
  71. Santa Teresinha
  72. São Bentinho
  73. São Bento
  74. São Domingos
  75. São Francisco
  76. São João do Rio do Peixe
  77. São José da Lagoa Tapada
  78. São José de Caiana
  79. São José de Espinharas
  80. São José de Piranhas
  81. São José de Princesa
  82. São José do Bonfim
  83. São José do Brejo do Cruz
  84. São José do Sabugi
  85. São José dos Cordeiros
  86. São Mamede
  87. Serra Grande
  88. Sousa
  89. Sumé
  90. Taperoá
  91. Tavares
  92. Teixeira
  93. Triunfo
  94. Uiraúna
  95. Várzea
  96. Vieirópolis
  97. Vista Serrana

Todas as áreas afetadas

Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Leste Goiano, Central Mineira, Sul Cearense, Centro Sul Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia, Sudeste Paraense, Ocidental do Tocantins, Oeste Maranhense, Central Potiguar, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Sertão Pernambucano, Leste Maranhense, São Francisco Pernambucano, Centro-Norte Piauiense, Vale do Rio Doce, Nordeste Mato-grossense, Sertão Paraibano, Leste de Mato Grosso do Sul, Oeste Potiguar, Vale do Mucuri, Norte de Minas, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Oriental do Tocantins, Jequitinhonha, Norte Mato-grossense, Sudoeste Paraense, Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Norte Goiano, Sul Maranhense, Jaguaribe, Marília, Metropolitana de Belo Horizonte, Sudoeste Piauiense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Centro Norte Baiano, Borborema, Pantanais Sul Mato-grossense, Extremo Oeste Baiano, Centro-Sul Cearense, Noroeste Goiano, Centro Maranhense, Sudoeste Mato-grossense, Oeste de Minas, Noroeste de Minas, Bauru, Norte Piauiense, Assis, Araraquara, Distrito Federal, Nordeste Baiano, Sul/Sudoeste de Minas, Noroeste Cearense.

Redução da umidade do ar

Na estação do inverno, a redução da umidade do ar gera complicações para a saúde humana, como o agravamento de sintomas respiratórios, entre eles, o sangramento nasal. Mas o tempo seco não existe apenas nos meses frios do ano — em algumas regiões, esse fenômeno também ocorre durante o verão.

Além desses problemas, essa condição do clima causa irritações nos olhos e insuficiência em órgãos vitais, como coração e pulmões. Por isso, é importante tomar algumas precauções para diminuir os riscos nos locais afetados pelos alertas climáticos.

O parâmetro adequado da umidade atmosférica deve ficar em torno de 50% e 80%. Quando fica abaixo de 30%, muitas pessoas sentem desconforto físico ou manifestam doenças. Além disso, esse estado crítico do clima torna mais graves os efeitos da poluição, pois a dispersão de poluentes é comprometida.

O tempo seco é extremamente comum no inverno, uma vez que as chuvas são escassas — principalmente, nas regiões Sul e Sudeste do país. Porém, em localidades que enfrentam vários meses de estiagem ou sofrem com as queimadas — como o Norte, o Nordeste e parte do Centro-Oeste —, o problema ocorre praticamente o ano todo. Independentemente do local em que você vive, essa condição climática desfavorável causa o ressecamento das mucosas das vias aéreas, o que facilita o surgimento de sintomas e doenças no trato respiratório.

Também causa desidratação corporal, o que leva ao ressecamento da pele, dermatites e irritações. Além disso, a ausência de umidade deixa os brônquios mais fechados, o que dificulta o fluxo sanguíneo para os pulmões, forçando o bombeamento do coração. Devido a essa condição, o sangue fica mais espesso, o que pode entupir vasos, causar hipertensão ou aumentar o risco de AVC.

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Publicado em Quarta-Feira, 15 de Julho de 2026
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