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Psiquiatra alerta que mistura de álcool e remédios controlados pode gerar recaídas

Por Karen Aragão   Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2026

Durante o Carnaval, o consumo de bebidas alcoólicas tende a aumentar, enquanto o uso de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos continua fazendo parte da rotina de milhares de pessoas, assim como outros medicamentos de uso psiquiátrico.

O psiquiatra Breno Guedes informou os principais riscos à saúde ocasionados por essa combinação. Segundo ele, os principais riscos são: potencialização dos efeitos colaterais dos medicamentos e interferência na resposta ao tratamento.

O álcool também atua no sistema nervoso central e, quando combinado com psicofármacos, pode provocar reações que não se podem prever, aumentando a chance de sedação excessiva, confusão mental, alterações da coordenação motora, comprometimento do julgamento e maior risco de acidentes, além de poder agravar quadros psiquiátricos pré-existentes e favorecer recaídas, alerta o médico.

Os principais riscos do uso de bebida alcoólica associado a medicações psiquiátricas estão relacionados à potencialização dos efeitos colaterais dos medicamentos e à interferência na resposta ao tratamento. O álcool também atua no sistema nervoso central e, quando combinado com psicofármacos, pode provocar reações imprevisíveis, aumentando a chance de sedação excessiva, confusão mental, alterações da coordenação motora, comprometimento do julgamento e maior risco de acidentes, além de poder agravar quadros psiquiátricos pré-existentes e favorecer recaídas.

“A associação entre álcool e medicações psiquiátricas pode causar sonolência intensa, tontura, lentificação do pensamento, dificuldade de concentração e memória, além de aumentar a impulsividade e reduzir o controle emocional. Em alguns casos, pode ocorrer queda da pressão arterial, náuseas, alterações cardiovasculares e sobrecarga do fígado, dependendo do tipo de medicamento utilizado. Também há risco de diminuição da eficácia do tratamento, com piora dos sintomas de ansiedade, depressão ou outros transtornos mentais, e maior vulnerabilidade a comportamentos de risco. É fundamental informar ao psiquiatra sobre o padrão de consumo de álcool, respeitar as orientações individualizadas e buscar ajuda caso exista dificuldade em controlar o uso da bebida durante o tratamento”, explicou o psiquiatra Breno Guedes.

Segundo evidências científicas, dependendo da medicação o álcool pode alterar a forma como o organismo absorve, metaboliza e elimina medicamentos, amplificando efeitos colaterais ou reduzindo a eficácia do tratamento. Em alguns casos, essa interação pode levar a complicações graves, inclusive hospitalizações e não é recomendada por psiquiatras.

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Publicado em Sexta-Feira, 23 de Janeiro de 2026
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