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Um homem, seis mulheres e duas estão grávidas: conheça a família poliafetiva que viralizou

Por GQ   Terça-Feira, 28 de Abril de 2026

Com mais de 400 mil seguidores no Instagram, o perfil Trisal Rochas rapidamente viralizou nas redes sociais. A página mostra a rotina de uma família poliafetiva formada pelo motoboy Ivan Rocha, de 36 anos, e suas seis parceiras. Eles vivem um relacionamento em "V", no qual Ivan é o elo central: ele se relaciona individualmente com cada uma delas, enquanto suas companheiras não mantêm relações entre si. Todos vivem sob o mesmo teto e compartilham a rotina nas redes sociais.

Ivan é casado legalmente com Laís Rocha, de 27 anos, e também se relaciona com Ana Carolina, 20, Natália Ferrari, 30, Maria Eduarda Silva, 20, Amanda, 19, e Isabela, 19. Atualmente, Laís está grávida de sete meses, enquanto Maria Eduarda está no quarto mês de gestação. Os bebês se chamarão José Estevão e Alice Sofia.

Ivan e Laís estão juntos há dez anos e são casados há cinco. Antes da atual configuração familiar, eles viveram um trisal, experiência que, segundo o influenciador, foi positiva.

"Ela chegou para mim com a ideia de estarmos em um relacionamento poliafetivo. Não apenas com a visão de diversão, sexo e mundo liberal, mas com um propósito. Ela dizia: ‘Da mesma forma que fez bem para mim, pode fazer para outras meninas'",, conta Ivan à GQ Brasil.

A partir daí, novas parceiras passaram a integrar a dinâmica do casal. Ana foi a primeira delas e está com a família há três anos. "Passamos por dois anos de erros. A Ana chegou querendo ser esposa, não uma namorada escondida, e também queria ter filhos comigo", explica.

Natália conheceu a família pelo Tinder. Na época, Ivan, Ana e Laís mantinham um perfil de trisal na plataforma. Após começarem a conversar, a conexão aconteceu rapidamente. Já Maria Eduarda, Amanda e Isabela chegaram após a repercussão do perfil nas redes sociais.

"A gente começou a crescer no Instagram, algumas meninas mandavam mensagem, e a Laís selecionava algumas para ver quem se encaixaria na família", diz.

 

Regras no relacionamento

Engana-se quem pensa que um relacionamento poliafetivo funciona sem acordos. Assim como em relações monogâmicas, a família também estabelece limites claros sobre o que considera traição, um tema sensível para Ivan, que afirma já ter vivido experiências traumáticas no passado.

"Casei quatro vezes antes. Já fui traído, já traí e não queria passar por isso de novo. Eu me casei pela primeira vez aos 18 anos, virgem. Fui traído porque não sabia fazer direito", relembra. "Com o tempo, comecei a entender que ninguém é de ninguém. Existia o medo da traição, mas o ciúme, da minha parte, é zerado."

Entre as principais regras da casa estão não mentir e não quebrar a confiança. Também não é permitido que as parceiras se relacionem com outros homens, e mensagens com teor de flerte são consideradas traição. Frequentar ambientes com muitos homens também não é bem-visto.

"Das minhas seis parceiras, três trabalham com conteúdo adulto. Se a mensagem é trocada dentro da plataforma, não é considerado traição", explica.

 

Convivência em família

 

Vivendo todos juntos, Ivan afirma que organiza de forma espontânea com quem vai dormir a cada noite. O grupo já tentou criar uma escala fixa, com dias específicos para cada parceira, mas o método não funcionou. Segundo ele, como Laís e Maria Eduarda estão grávidas, ambas demandam mais atenção neste momento.

"Escolho com quem vou dormir no dia. Às vezes uma está mais sensível e precisa de mais atenção. Mas eu tenho controle para saber com quem estou dormindo mais e com quem estou dormindo menos", afirma.

Além das seis parceiras, a filha de Ivan, de 13 anos, também mora com a família há cerca de um mês. "Minha filha sempre teve a cabeça aberta. Ela é super de boa e se dá bem com todas. Quando chega uma menina nova, ela cria certa rejeição, é a mais ciumenta da casa. Mas, com o tempo, passa", diz.

E os planos da família continuam crescendo. Após o nascimento dos filhos de Laís e Maria Eduarda, a ideia é que Natália e Ana também engravidem. "Todas elas querem ter pelo menos um filho", conta Ivan.

Apesar da repercussão nas redes, Ivan faz questão de reforçar que a dinâmica está longe de ser simples.

"As pessoas acham que é só sexo, e não é isso. Exige muita conexão e diálogo. Não é brincar de casinha, você está lidando com pessoas. Não é um conto de fadas. Meu principal conselho é: não adianta querer convencer sua esposa, a vontade precisa partir dela".

 
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